terça-feira, 24 de setembro de 2013

Relatividade de Einstein: equivalência massa-energia




A equivalência massa-energia, uma consequência importante da Teoria da Relatividade formulada por Einstein estabelece uma proporcionalidade entre massa e energia, isto é, quando uma cresce a outra cresce também e quando uma diminui a outra diminui.
Isso mostra que a massa nada mais é do que uma forma de energia.
Além de várias outras formas como: energia cinética, potencial gravitacional, química, elétrica e térmica, há ainda uma outra forma: a energia equivalente à massa, que fica aprisionada na própria massa do corpo.
Em síntese, a interpretação da equação nos mostra que mesmo em repouso um corpo apresenta energia, o que torna a energia de repouso de qualquer corpo muito grande.
De acordo com Einstein, a energia cinética (em particular a elevadíssimas velocidades) se transforma em massa e reciprocamente uma pequena quantidade de massa pode se tornar uma enorme quantidade de energia.

Equação:

E=mc²

Onde:
E = energia
m = massa
c = velocidade da luz no vácuo (arredondada para 300.000 km/s)

Você sabia?



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

É oficial: Voyager 1 entra no espaço interestelar

Cientistas do JPL primeiro suspeitaram que a Voyager 1 estava no espaço interestelar em agosto de 2012, mas não foram capazes de confirmar, porque o sensor de plasma tinha quebrado a cerca de 30 anos atrás. No entanto, uma ejeção de massa coronal do Sol lhes permitiu medir a densidade de plasma com base no som.

Embora a Voyager esteja no espaço interestelar, ela ainda está sendo influenciada pelo nosso Sol. Os cientistas não sabem por quanto tempo isso será verdade. Além disso, eles não têm certeza de quando a Voyager 2 chegará ao espaço interestelar também.

Voyager 1 está atualmente a mais de 11 bilhões de quilômetros do Sol e leva cerca de 17 horas para que os dados sejam transmitidos de volta para a Terra. Apesar da distância e idade da nave espacial, a NASA prevê ter cerca de mais 13 anos de uso.

Mais informações: http://1.usa.gov/14JyMmL

Mais informações sobre a missão Voyager: http://1.usa.gov/1aFqOxz

http://www.nasa.gov/sites/default/files/pia17462_1.jpg
Créditos da imagem: Nasa/JPL Caltech



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A chuva em diferentes mundos


      Água             Ácido Sulfúrico             Vidro                Diamantes                 Ferro                Metano

domingo, 25 de agosto de 2013

Uma joia à deriva no espaço?


Este "planeta nobre" se chama WASP-12b. Neste momento você deve estar se perguntando:
"O que tem a ver esse planeta e uma joia?"

Os cientistas descobriram que este planeta é riquíssimo em carbono e não possui água,
ou seja, o WASP-12b possui condições perfeitas para o desenvolvimento de diamantes em
sua superfície.
Embora a tecnologia atual não consiga confirmar as estimativas, há grandes chances do planeta ser todo coberto por esta pedra preciosa, chegando até a possuir montanhas inteiras dela.

Mas não se animem, antes de pensar em construir uma espaço-nave e fazer uma viagem até a joalheria espacial vale lembrar que o planeta está a 1200 anos luz de distância e a temperatura média por lá é de 2.200 ºC, sendo assim o planeta extrassolar mais quente já descoberto.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Pesquisador descobre mais uma lua orbitando Netuno a partir de foto antiga da NASA

A partir de fotos capturadas pelo Hubble entre 2004 e 2009, cientista norte-americano encontra a 14ª lua do planeta, com 19 km de diâmetro

 

Imagem mostra a localização da nova lua. No centro, o planeta Netuno (Foto: NASA/ESA/M. Showalter (SETI Institute))
Localização da nova lua. Ao centro, o planeta Netuno. (Foto: NASA/ESA/M. Showalter (SETI Institute))


Com base em imagens captadas pelo telescópio espacial Hubble, da Nasa, cientista descobriu mais uma lua orbitando Netuno. O satélite possui aproximadamente 19 km de diâmetro, é o menor de todos os satélites orbitando o planeta e foi batizado de S/2044 N 1.
Netuno agora possui 14 luas conhecidas pela ciência.

O satélite orbita a uma distância do planeta de aproximadamente 105 mil km. É também pouco brilhoso - cerca de 100 milhões vezes mais fraco que a estrela mais sem brilho visível a olho nu pelo ser humano. A lua sequer foi detectada pela sonda Voyager 2, sonda que voou próximo a Netuno em 1989.

S/2004 N 1 completa uma volta em torno de Netuno em 23 horas.

Para mais informações, acesse: http://epoca.globo.com/?ver=http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2013/07/nova-lua-e-descoberta-em-netuno-partir-de-imagens-antigas-da-nasa.html

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O ser humano realmente pousou na Lua?


Entre 1969 e 1972, o programa Apollo lançou seis missões tripuladas que pousaram na Lua, um dos maiores momentos da história americana e do século 20. Ou, pelo menos, é o que se diz por aí. Será que a Nasa e os Estados Unidos forjaram o pouso lunar? Existe alguma maneira de provar, além de qualquer dúvida razoável, que o homem foi à Lua? Ou será que o “pouso lunar” foi a maior fraude de todos os tempos?

Em 2001, a Fox Network transmitiu um programa questionando a missão lunar. Foram feitas muitas alegações, e vamos discutir aqui algumas delas.

  • As imagens têm iluminação indireta

A alegação é de que, se o Sol é a única fonte de luz, então os astronautas, quando estão na sombra, deveriam estar no escuro completo. Para que eles aparecessem nas fotos, deveria haver uma iluminação adicional, o tipo de coisa que se faz em estúdio.

Esta alegação está quase certa. De fato, o Sol é a única fonte de luz direta, e, de fato, os astronautas estão sendo iluminados por luz indireta. Mas para isso não é preciso uma iluminação de estúdio. O solo lunar pode refletir a luz solar e iluminar o astronauta na sombra.

  • Não há estrelas nas fotos, e como na lua não tem ar, as estrelas deveriam ser mais visíveis

Aqui, temos duas coisas a considerar. Primeiro, a atmosfera terrestre é bastante transparente. Nós lançamos telescópios para o espaço por que eles podem ficar observando o céu 24 horas por dia, todos os dias, sem problemas de turbulência ou céu encoberto. Mesmo assim, alguns dos telescópios mais poderosos do mundo estão na superfície terrestre, como o Keck no Havaí, o das ilhas Canárias e os telescópios no deserto do Atacama, no Chile.

Em segundo lugar, as estrelas são objetos pouco brilhantes, e isto vale para a observação feita na Terra ou na lua. Para fotografar estrelas, tanto na Terra quanto na lua, é preciso abertura grande, longos tempos de exposição, e um tripé. Mas as câmeras Hasselblad usadas pelos astronautas estavam reguladas para fazer fotos sob luz forte e na sombra, e só. Nestas condições, as estrelas simplesmente não são registradas pelo filme.

  • Há sombras nas figuras que apontam em direções diferentes, e isto significa que havia mais de uma fonte de luz

Qualquer um que tenha caminhado à noite nas ruas deve ter notado que várias lâmpadas produzem várias sombras. Em geral, para cada lâmpada você vai ter uma sombra para cada objeto.

Na lua, as sombras parecem apontar em direções diferentes não por causa de mais de uma luz, mas por causa da superfície irregular, e pelo fato das fotografias serem uma representação bidimensional de um cenário tridimensional, ou seja, da perspectiva.

  • Não há uma cratera onde o Módulo Lunar pousou

Ao pousar, os foguetes do Módulo Lunar não estavam a toda potência, e exerceram uma pressão de cerca de 1.000 kg/m² na saída do motor. Isto não é muito, é praticamente 100g por cm/². Considerando ainda que os gases se espalham rapidamente no vácuo, o que chega ao solo é só um vento suave.

O astrônomo amador José Carlos Augustoni ainda faz uma outra comparação: um helicóptero Sikorsky pesa 4 vezes mais do que o Módulo Lunar pesava na lua, e produz, para decolar, um empuxo 4 vezes maior, mas não deixa uma marca ou buraco quando decola em terreno arenoso.

  • O Módulo Lunar deveria ter jogado poeira para cima quando pousou, o que deveria ser visível nos pés do módulo

De fato, ele levantou poeira, mas o pouco de poeira que ele levantou não deveria estar por perto. Por quê? Simplesmente por que não há ar na lua. Quando um foguete funciona na Terra, a pressão do ar arrasta tudo que está ao redor. Na lua, entretanto, só o que for atingido diretamente pela exaustão é movido.

  • Quando a bandeira americana é colocada na lua, ela balança por causa de uma brisa

De fato, a bandeira balança, só que não se trata de uma brisa: a bandeira balança por que está pendurada sob uma barra horizontal, e está sendo movida pelo astronauta.

A ideia de colocar uma barra horizontal na bandeira foi da própria Nasa, já que sem isto a bandeira ficaria caída ao lado do mastro, sem mostrar suas estrelas e listras.

  • O Cinturão de Van Allen mataria qualquer astronauta que passasse por ele

O blogueiro Phil Plait aponta que uma pessoa sem proteção poderia de fato receber uma dose letal de radiação, se ficasse tempo suficiente por lá. Mas este não foi o caso dos astronautas daquelas missões, que passaram rapidamente pelos cinturões, demorando não mais que uma hora. Não houve tempo para que a dose absorvida se tornasse letal.

  • As rochas lunares eram meteoritos da Antártida ou foram feitas em laboratório

Podemos provar que não se tratam de amostras de laboratório simplesmente comparando com meteoritos lunares que caíram na Antártida. As amostras de solo lunar foram comparadas com os meteoritos, e ficou claro que se tratam de amostras lunares.

E as rochas lunares não podem ser meteoritos, porque qualquer meteorito que cai na Terra é oxidado e queimado na reentrada, e mais tarde contaminado pela umidade. As amostras das missões Apolo não tem nenhuma destas marcas.



Por fim, a conclusão que nos resta é de que o pouso lunar foi real.
As alegações de conspiração e de falsificação geralmente vêm de pessoas que não compreendem os princípios da fotografia ou da física. Por um lado, as perguntas ajudam a conhecer melhor as missões, mas é preciso ser racional: se as supostas “provas” de que a missão foi uma fraude acabam sendo desmentidas, é preciso concordar que até agora não temos motivos para acreditar que tudo não passou de falsificação.

Fonte do texto: Hypescience

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O som do Hidrogênio



O vídeo está com legenda. :-)

terça-feira, 21 de maio de 2013

Enquanto isso, no céu de Marte...































Da superfície do planeta vermelho, observações recentes fornecem uma visão da TerraJúpiter e Vênus (de cima para baixo) no céu marciano. A Lua também pode ser observada de vez em quando orbitando a Terra  quando o céu de Marte fica mais ''limpo''.

domingo, 19 de maio de 2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Eclipse solar anular visível da Austrália

Eclipse solar anular 

Nesta sexta (10/05) os australianos puderam presenciar um dos mais belos fenômenos da Astronomia: um eclipse solar anular.

Eclipse solar anular é quando a Lua não cobre totalmente o Sol, formando um anel em torno deste.
O fenômeno também é conhecido como ''anel de fogo''.

O eclipse foi visível também de outras regiões próximas, como Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico do Sul.



Eis o vídeo sobre o fenômeno logo abaixo:







segunda-feira, 6 de maio de 2013

O som dos pulsares


Primeiramente, o que é um pulsar? Um pulsar é o ''resquício'' de uma estrela massiva que morreu em forma de supernova. Sua composição é de nêutrons (estrela de nêutrons) e pode apresentar um campo gravitacional 1 bilhão de vezes maior que o campo terrestre.
À medida que uma estrela perde energia, sua matéria comprime-se em direção ao seu centro, deixando-a cada vez mais densa. E quanto mais essa matéria se move em direção ao seu centro, mais rápido essa estrela gira.
O pulsar emite um fluxo de energia (carregado em partículas eletromagnéticas) constante. Quando a estrela gira, o feixe de energia espalha-se pelo espaço, como o feixe de luz de um farol.







quarta-feira, 1 de maio de 2013

Qual o efeito de torcer um pano molhado no espaço?

O que acontece se você torcer um pano molhado em um local onde não há gravidade alguma?
O astronauta Chris Hadfield mostra pra gente. Veja no vídeo abaixo:



É incrível como a água se molda no pano e nas mãos do astronauta. Não esperava por essa, né?

A Lua vista por Galileu



Essas observações pioneiras foram feitas pela primeira vez com o telescópio construído por Galileu em 1609. O cientista observou que o terminador (a linha entre os lados diurno e noturno da Lua) às vezes era irregular e às vezes suave. Deduziu que as irregularidades eram montanhas lunares. Pela primeira vez se descobriam no céu objetos semelhantes aos terrestres. Isso contrariava a visão de mundo da época, que concebia um céu perfeito e imutável. Esta página foi extraída de uma edição de 1653 do Sidereus Nuncius (março de 1610).

Fonte: Livro Uma História da Ciência de Michael Mosley e John Lynch

quinta-feira, 25 de abril de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Feliz Dia da Terra!

Hoje é nada mais nada menos que o Dia da Terra, então nada mais justo que postar alguma foto em homenagem!
Então aqui vai...essa foto foi tirada pelo satélite Suomi NPP. O nome dessa foto é ''The Blue Marble'', que traduzido para o português seria como ''A bolinha de gude azul''. Nada mal, ein!
Esta imagem composta usa um número de faixas da superfície da Terra, tiradas em 04 de janeiro de 2012.
É...nossa bolinha de gude está aí, flutuando no espaço frio, vazio e escuro...
Feliz dia da Terra!


Blue Marble - High-Res Image of the Earth
Crédito da imagem: NASA/NOAA/GSFC/Suomi NPP/VIIRS/Norman Kuring

sábado, 20 de abril de 2013

Nebulosa de Órion

É uma das nebulosas mais brilhantes, e pode ser observada a simples vista sobre o céu noturno.
Possui 25 anos-luz de diâmetro, uma densidade de 600 átomos/cm³ e temperatura de 70 K. Trata-se de uma região de formação estelar: em seu interior as estrelas estão nascendo e começando a brilhar constantemente. Há uma enorme concentração de poeira estelar e de gases nessa região, o que sugere a existência de água, pela junção de hidrogênio e oxigênio.


Gênios da Ciência: Albert Einstein


Quem nunca ouviu falar de Albert Einstein? Na minha opinião, esse é o cientista mais conhecido no mundo. É muito difícil alguém não conhecê-lo, mesmo que seja apenas de nome (ou aquela famosa foto com a língua para fora).

Ficheiro:Einstein-formal portrait-35.jpg
Einstein foi um renomado físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da Relatividade Geral, um dos pilares da física moderna.
Albert Einstein, nascido na Alemanha, possuiu quatro nacionalidades diferentes em períodos diferentes, sendo que passou um período sem nacionalidade alguma. Foi considerado alemão, sueco, austríaco e estadunidense.
Ele foi também o responsável pela criação da bomba atômica, porém não tinha a intenção de causar nenhum mal. Pelo contrário, Einstein era pacifista e considerava a guerra uma doença. No entanto, na Segunda Grande Guerra, mandou uma carta ao então presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt com as instruções e a recomendação da construção da bomba atômica. Se arrependeu, mas em uma conversa com seu amigo Linus Pauling, disse que havia uma justificativa para ter mandado a carta: o perigo de que fossem os alemães a construir a bomba.
Einstein, por ser judeu e com a ascensão dos nazistas ao poder com o seu novo chanceler Adolf Hitler, decidiu ficar nos EUA e não voltar mais à Alemanha, formalmente renunciando à cidadania alemã.
Enfim, Einstein contribuiu de uma forma imensa para a ciência atual de diversas formas, mas sua teoria mais conhecida é a da Relatividade Geral.
A Relatividade Geral é uma teoria da gravitação desenvolvida entra 1907 e 1915. De acordo com a mesma, a atração gravitacional entre as massas observadas resultam da curvatura do espaço e do tempo por essas massas. A teoria tornou-se uma ferramenta essencial na astrofísica moderna. Em 1911, Einstein publicou um outro artigo expandindo o artigo de 1907, em que os efeitos adicionais, como a deflexão da luz por corpos maciços eram previsíveis.
Outra teoria muito conhecida de Einstein é a Equivalência massa-energia, que pode ser demonstrada pela equação E=mc² (depois posto um artigo somente sobre essa teoria), onde E=energia, m=massa e c=velocidade da luz no vácuo.
Einstein ganhou diversos prêmios, como: Medalha Matteucci (1921), Medalha Copley (1925), Medalha de Ouro da RAS (1926), Medalha Max Planck (1929), Medalha Franklin (1935) e talvez o mais importante deles: o Nobel de Física (1921).


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Telescópio Kepler faz nova descoberta promissora

O telescópio espacial Kepler fez uma descoberta que pode de certa forma animar a comunidade científica:
dois planetas (em um mesmo sistema) que estão na zona habitável de sua estrela. Sim, no mesmo sistema!!
Os dois planetas descobertos são oceânicos e são os análogos mais parecidos com a Terra descobertos até agora.
A estrela, chamada Kepler 62, está aproximadamente a mil e duzentos anos-luz de distância da Terra e é parecida com o Sol, porém é menor e mais fria e isto faz com que a zona habitável (onde a água pode existir em estado líquido) seja mais perto da estrela.
Cada um dos novos planetas descobertos podem estar inteiramente cobertos por oceanos, de acordo com os modelos teóricos dos astrônomos.
O planeta Kepler 62e, com uma revolução de 122 dias terrestres, pode ser tropical, úmido e quente, com uma atmosfera com muitas nuvens. Possui um tamanho aproximadamente 60% maior que o da Terra.
Mais longe um pouco está o planeta Kepler 62f, que possui uma revolução a cada 267 dias terrestres e é aproximadamente 40% maior que a Terra. Este, por estar mais distante de sua estrela, certamente é mais frio (provavelmente uma bola de gelo), a menos que sua atmosfera possua grandes quantidades de dióxido de carbono (CO²).
Além destes dois planetas, a estrela Kepler 62 tem mais 3 planetas orbitando ao seu redor, porém estes são menos propícios à vida, já que suas órbitas estão muito próximas de sua estrela.
É difícil imaginar um habitante inteligente em um planeta sem continente algum, apenas oceânico. Mas apenas o fato de crescer em um planeta onde pode-se observar luzes da cidade de outro planeta, já é uma boa razão para desenvolver tecnologias de exploração espacial.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pilares de poeira na Nebulosa da Águia

Este é um pilar de gás e poeira entre muitos outros dentro da Nebulosa da Águia.

Ventos fracos de estrelas próximas quentes e jovens estão criando esculturas como estas e fazendo-as brilhar.



http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a3/Kotkasumu_M16_yksityiskohta.jpg
Crédito da imagem:NASA, ESA e The Hubble Heritage Team (STScI / AURA)


terça-feira, 16 de abril de 2013

O quão distante Marte está da Terra?

Quer saber qual a distância entre a Terra e Marte de uma forma simples, objetiva e rápida? Fácil...entre no site logo abaixo, é MUITO bacana!

Distance to Mars

domingo, 14 de abril de 2013

Cientista recria o som do Big Bang

Acredita-se que o início da expansão do Universo (Big Bang) produziu intensas ondas de som que obviamente não são mais audíveis, porém informações sobre a radiação cósmica de fundo coletadas pela NASA apontam que é possível simulá-las.
O físico John Cramer, a partir da análise de dados, o fez.
Os 100 segundos que Cramer montou mostram, na realidade, um intervalo de 380 mil anos.
Escute o barulho que a expansão do Universo causou!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

08/04: Dia Mundial da Astronomia

Hoje é celebrado o dia mundial de uma das ciências mais antigas que existem: a Astronomia.
Como comemoração, postarei uma bela foto:

Nebulosa Cabeça de Cavalo

domingo, 7 de abril de 2013

Gravidade

Trouxe um documentário completo do History Channel que explica como funciona a gravidade...assistam!! É muito bom!

Planeta Terra visto da Estação Espacial Internacional

Como seria nossa visão sobre o planeta Terra a bordo da ISS?
Veja no vídeo logo abaixo:

sábado, 6 de abril de 2013

100.000 Stars

Faça um tour pela Via Láctea em 3D! Clique no link abaixo:

100.000 Stars

Divirta-se!

Aprenda a estimar as distâncias no céu em graus!

Meça a distância entre estrelas e planetas em graus usando apenas as mãos:

sábado, 16 de março de 2013

Gênios da Ciência: Nicolau Copérnico


Nicolau Copérnico foi um astrônomo e matemático polaco. Ele quem desenvolveu o modelo heliocêntrico do Sistema Solar. Copérnico era também astrólogo, médico, jurista, governador e administrador. Sua teoria heliocentrista, a qual colocou o Sol no centro do Sistema Solar, é considerada uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos. Foi o ponto de partida para a astronomia moderna. Escreveu um importante livro chamado ''De revolutionibus orbium coelestium'' ("Da revolução de esferas celestes"), durante o ano de sua morte, 1543. As principais partes da teoria de Copérnico são:
- Os movimentos dos astros são uniformes, eternos, circulares ou uma composição de vários círculos (epiciclos).
- O centro do universo é perto do Sol.
- Perto do Sol, em ordem, estão Mercúrio, Vênus, Terra, Lua, Marte, Júpiter, Saturno, e as estrelas fixas.
- A Terra tem três movimentos: rotação diária, volta anual, e inclinação anual de seu eixo.
- O movimento retrógrado dos planetas é explicado pelo movimento da Terra.
- A distância da Terra ao Sol é pequena se comparada à distância às estrelas.
Apesar de ser o desenvolvedor da teoria heliocêntrica, a mesma não conseguiu muitos seguidores de imediato. E existem várias explicações para isso.
Primeira: sua teoria ainda estava incompleta, por isso, de início, não gerou tantas controvérsias.
Segunda: Copérnico parecia crer que os planetas possuíam órbitas circulares perfeitas (o que na verdade são elipses).
Terceira: Ele não foi capaz de explicar o movimento dos cometas.
Quarta: Copérnico só teve sua obra publicada no ano de sua morte, por isso nunca precisou suportar as críticas feitas à sua teoria.
Enfim, a teoria de Copérnico não explicou nada que a teoria geocêntrica já não fosse capaz de provar.
Depois de sua morte, o heliocentrismo foi sustentado por outros cientistas importantes (que vieram a melhorá-lo) antes de ser totalmente aceito, como Galileu Galilei, Johannes Kepler, entre outros.
A teoria geocêntrica (que colocava a Terra como centro do universo e o Sol e os outros planetas girando ao redor dela), derrubada pela heliocêntrica, era sustentada por Ptolomeu, Aristóteles, entre outros cientistas que também foram extremamente importantes para a história da astronomia.

terça-feira, 12 de março de 2013

NASA encontra condições favoráveis à vida microbiana em Marte!

Imagem do buraco cavado pela Curiosity, divulgada pela NASA . Foto: Nasa

O jipe-robô Curiosity fez uma super descoberta: ao perfurar uma rocha marciana e fazer sua análise química, confirmou que a superfície do planeta possui minerais e água em quantidade suficiente para abrigar vida microbiana.
A missão já pode ser considerada um sucesso: antes mesmo de chegar ao Monte Sharp (seu objetivo), o jipe-robô fez a grande descoberta sobre o solo marciano.
Entre os elementos descobertos em uma rocha, estão nitrogênio (N²), oxigênio (O²), hidrogênio (H²), fósforo (P), enxofre (S) e carbono (C), todos os ''ingredientes'' vitais para o desenvolvimento de vida bacteriana e outros organismos. Além de tudo isso, as rochas também continham argila, o que significa que foram formadas em um ambiente aquoso, com pH neutro e quantidades ideais de sais.
John Grotzinger, diretor da missão Curiosity no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA afirma: ''Encontramos um ambiente tão benigno e propício à vida que se esta água estivesse disponível, alguém que estivesse em Marte poderia bebê-la."
No entanto, a análise não chegou a confirmar a existência de compostos orgânicos imprescindíveis para a vida tal qual a conhecemos aqui na Terra. Mas os cientistas têm esperança de resolver essa questão.

terça-feira, 5 de março de 2013

Colisão com Marte

Um grande cometa está indo em direção a Marte. Se houver a colisão com o planeta vermelho, será um evento de mesma escala do impacto que ocorreu aqui na Terra há 65 milhões de anos (em que os dinossauros foram extintos).
Talvez esse choque ocorra em 2014. Imagine como será a vista daqui desse impacto! Pobre Curiosity...


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Fases da Lua

A Lua possui fases. Isso deve-se à sua posição em relação à Terra e o Sol.
Quatro delas são bem conhecidas: cheia, quarto minguante (ou simplesmente minguante), nova e quarto crescente (ou apenas crescente).
Nesse post irei detalhar cada fase da Lua.


Ficheiro:FullMoon2010.jpg
Lua Cheia



Cheia - A Lua cheia acontece quando sua face visível está totalmente iluminada pelo Sol. Ocorre quando a Lua completa um giro de 180º em relação à Lua nova e assim, seu disco lunar é totalmente iluminado. Nessa fase, a Lua está completamente oposta ao Sol em relação à Terra. É nessa fase também que ocorrem os eclipses lunares (veja mais sobre um eclipse lunar aqui!).







    Ficheiro:Quartier lune.jpg
Lua Minguante (hemisfério Sul)









     Quarto minguante - Essa fase lunar ocorre quando há um ângulo praticamente reto entre Terra-Sol-Lua, de modo a vermos apenas metade do disco lunar iluminado. No hemisfério sul, o lado iluminado é o direito, enquanto no norte, é o esquerdo.







Lua Nova



   Nova - Mais precisamente, é o instante em que a Lua e o Sol têm a mesma longitude eclíptica. A Lua não é normalmente visível neste momento, exceto quando é vista em silhueta durante um eclipse solar. (veja mais sobre eclipse solar aqui!)












Ficheiro:Lune nb.jpg
Lua Crescente (hemisfério Sul)







Quarto crescente - Ocorre quando o ângulo Terra-Lua-Sol é aproximadamente reto, e vemos apenas metade do  disco lunar. No hemisfério sul, o lado iluminado é o esquerdo e no norte, o direito.











E por último, uma imagem bem detalhada sobre as fases lunares.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Cometa Ison

Este ano um cometa chamado Ison dará apenas uma vez o show de uma vida.
Há expectativas de que o cometa será visível a olho nu por vários meses no fim de 2013 e poderá às vezes ser até mais brilhante do que a Lua.
Será visível ao redor do mundo inteiro.
O cometa Ison foi descoberto apenas em setembro de 2012 por astrônomos russos. Seu caminho vai colocá-lo espetacularmente perto do Sol em novembro e se não queimar completamente, poderia ser o "cometa do século".
Ele já tem uma cauda de 64.000 km de extensão de poeira e gás que se tornará visível a olho nu no final do ano - uma trilha de cientistas estudará de perto.
O cometa também foi filmado de longe pela sonda Deep Impact.

Mais informações em: http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-21352427

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Proposta de cientistas é de destruir asteroides com energia solar

É, parece que as pessoas realmente se sentiram ameaçadas com a passagem do asteroide 2012 DA14 e principalmente do meteoro que fragmentou-se na Rússia, causando ferimentos em praticamente mil e duzentos cidadãos, sendo três em estado grave (o impacto forte do meteoro fez com que criassem ondas de vibrações e janelas de edifícios fossem estilhaçadas).
O choque e o medo foram tão grandes que cientistas da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara (EUA) agora propõem destruir asteroides com sistema que utiliza energia solar.
É um projeto que prevê transformar energia do Sol em feixes de raio laser.

Ilustração conceitual mostra o DE-STAR direcionando energia solar na forma de raios laser para destruir um asteroide (na parte debaixo da imagem) e para mover uma sonda (na parte de cima) (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia, Santa Bárbara)
Ilustração mostra o DE-Star convertendo energia solar em raios laser para a destruição de um asteroide (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia, Santa Bárbara)

Nota da universidade: "O mesmo sistema poderia destruir um asteroide dez vezes maior do que o 2012 DA14 agindo durante um ano, com a vaporização começando em uma distância equivalente à da Terra com relação ao Sol, enquanto o asteroide ainda estiver em órbita."

O DE-Star (Tradução: Sistema de Direcionamento de Energia Solar para Asteroides em Exploração) é um projeto que parte de um princípio para evitar eventuais e potenciais ameaças à Terra.
Cientistas dizem que o DE-Star pode servir também para alterar a rota de asteroides, enviando-os para longe da Terra e ainda estudar a composição química dos mesmos, além de outras funções espaciais como direcionar a energia solar para ajudar na propulsão de sondas, naves espaciais e satélites.

A NASA afirmou que não há relação entre o meteorito que atingiu a Rússia e o asteroide 2012 DA14 que se aproximou da Terra nessa sexta-feira (15).

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Asteroide 2012 DA14

A NASA nesse momento transmite ao vivo a passagem do asteroide 2012 DA14, que se aproximará a uma distância de 27,7 mil km da Terra. O objeto tem aproximadamente 50 m de diâmetro e entrará no anel geostacionário da Terra, onde orbitam satélites e a ISS (Estação Espacial Internacional), porém estes não devem ser atingidos.
Esta é a maior aproximação de um objeto deste porte desde que cientistas começaram a monitorar rotineiramente os asteroides, há 15 anos.
Acompanhe!




Live Video app for Facebook by Ustream

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Sons do espaço




Tradução do vídeo:

Embora o espaço seja um vácuo, não significa que não há sons no mesmo.
O som existe como vibrações eletromagnéticas.
Através de instrumentos especialmente concebidos (NASA Voyager, INJUN 1, ISEE 1, e a sonda espacial HAWKEYE), foram usadas antenas de ondas de plasma para gravar as vibrações dentro do intervalo da audição humana (20-20,000 Hz).
Os sons recordados são as complexas interações de partículas eletromagnéticas carregadas do vento solar com a ionosfera e a magnetosfera planetária.
As gravações incluem:

  • Anéis de Saturno
  • Miranda (Satélite de Urano)
  • Netuno
  • Voz da Terra
  • Saturno
  • Júpiter
  • Io (Satélite de Júpiter)
  • Anéis de Urano
  • Som da Terra
  • Urano
O que se segue é uma amostra das gravações originais.



sábado, 9 de fevereiro de 2013

Supertempestade solar pode atingir a Terra a qualquer momento

As informações são da Academia Real de Engenharia do Reino Unido.
É preocupante, pois os cientistas afirmam que só ficarão sabendo 30 minutos antes. Uma tempestade solar dessas dimensões ocorre em um intervalo de mais ou menos 150 anos.
Segundo o autor do estudo, os governos necessitam ter um plano de emergência para enfrentar um apagão longo e de grandes proporções.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Gênios da Ciência: Galileu Galilei




Galileu Galilei foi um astrônomo, físico, matemático e filósofo italiano. Conhecido como o pai da ciência moderna, Galileu nasceu em Pisa, na Itália, do ano de 1564. Desde cedo, Galileu se destacava em suas aptidões.
Desenvolveu os primeiros estudos sistemáticos do movimento uniformemente acelerado e do movimento do pêndulo. Descobriu a Lei dos Corpos e enunciou o princípio da Inércia e o conceito de referencial inercial, ideias precursoras da mecânica newtoniana.
Mas atenção: Galileu NÃO inventou o telescópio refrator, apenas o melhorou significativamente e com ele descobriu as manchas solares, as montanhas da Lua, as fases de Vênus, quatro dos satélites de Júpiter (os maiores: Io, Ganímedes, Calisto e Europa, chamados também de satélites galileanos), os anéis de Saturno, as estrelas da Via Láctea. Estas descobertas contribuíram decisivamente na defesa do heliocentrismo. Contudo a principal contribuição de Galileu foi para o método científico, pois a ciência assentava numa metodologia aristotélica.
Desenvolveu ainda vários outros instrumentos como: a balança hidrostática, o termômetro de Galileu e o precursor do relógio do pêndulo.
O físico, por defender as ideias copérnicas (heliocentrismo), possuía muitos problemas com a Inquisição. Escreveu o livro chamado ''Dialogo di Galileo Galilei sopra i due Massimi Sistemi del Mondo Tolemaico e Copernicano'', por vezes abreviado para ''Dialogo sopra i due massimi sistemi del mondo'' ("Diálogo sobre os dois principais sistemas do mundo") completado em 1630 e publicado em 1632, onde defendia o heliocentrismo. É um diálogo entre três personagens: Salviati (que defende o heliocentrismo), Simplício (que defende o geocentrismo e é um pouco tonto) e Sagredo (um personagem neutro, mas que termina por concordar com Salviati). Esta obra foi decisiva no processo da Inquisição contra Galileu.
Galileu foi condenado à prisão domiciliar perpétua por heresia. Não foi queimado vivo pois a Inquisição deu-lhe a oportunidade de retirar e negar tudo o que havia dito.
Ao longo de sua vida, Galileu foi perdendo a visão dos dois olhos. Isso porque na época não se sabia que olhar diretamente ao Sol poderia prejudicar a visão, e como Galileu estudava as manchas solares pelo seu telescópio, infelizmente acabou ficando cego.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A Terra NÃO é redonda!

Nos tempos antigos (bem antigos) pensava-se que a Terra era quadrada. Outros supunham que era plana e havia um limite, onde os barcos ''sumiam'' no horizonte do oceano. Mas com o tempo, com muito estudo e dedicação, pesquisas realizadas, descobriu-se que a Terra é uma esfera. Até aí, tudo tranquilo. Mas e se eu disser que a Terra NÃO é uma esfera? Pois exatamente.
A Terra, ao contrário do que muitos pensaram por séculos, não é uma esfera perfeita, e sim um ESFERÓIDE OBLATO. Não sabe o que é isso? Explicarei.
Devido sua rotação, a Terra tem um formato ligeiramente esmagado nos pólos e alongado no equador. Mais ou menos assim:
 

Outro assunto interessante de se discutir: dados recentes obtidos pela ESA (Agência Espacial Europeia) revelaram pontos de gravidade na Terra. Foram doze meses de estudo intenso e o resultado é assustador.
O geoide no vídeo abaixo é a demonstração da atuação da gravidade no planeta, alterando seu formato aparente ao influenciar o nível do mar, etc. Isso demonstra como seria o formato do planeta se ele fosse todo constituído de fluídos, de modo que a gravidade fosse a única determinante para seu formato espacial. Quanto maior a gravidade do local, mais alta a representação e mais avermelhada a coloração da região.





segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Gênios da Ciência: Neil deGrasse Tyson




Neil deGrasse Tyson. Se você conhece os ''memes'' da internet, também deve conhecê-lo. Mas muito mais que um ''meme'' (veja aqui), Neil é um dos maiores gênios da ciência. Astrônomo e desde 1996 diretor do Planetário Hayden no Museu Americano de História Natural.
As pesquisas de Tyson focam em observações nas formações e evoluções estelares, cosmologia e astronomia galáctica.
Em 2001, o presidente dos EUA, George W. Bush nomeou Tyson para servir na Comissão sobre o Futuro da Indústria Aeroespacial dos Estados Unidos e, em 2004, para servir na President's Commission on Implementation of United States Space Exploration Policy, este último mais conhecido como a comissão ''Moon, Mars and Beyond''.
Publicou muitos livros famosos sobre Astronomia e participou de diversas séries televisivas sobre o Universo.
Foi condecorado com a Distinguished Public Service Medal, a maior honra civil conferida pela NASA.
Uma curiosidade sobre Neil: ele aparece em um dos episódios da série The Big Bang Theory, onde é acusado pelo personagem Sheldon Cooper de rebaixar Plutão. E de fato, ele colaborou para o rebaixamento deste à planeta anão.
Tyson já foi vice-presidente, presidente e presidente do conselho da Planetary Society.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Gênios da Ciência: Alexei Filippenko

Este é Alexei Filippenko, astrofísico americano e professor de astronomia na Universidade da Califórnia. Escreveu o livro ''The Cosmos'' e aparece frequentemente na série ''O Universo'', do History Channel.
Conhecido por estudar tipos de supernova, Filippenko desenvolveu o Telescópio Automático Katzman, um telescópio robótico que conduz o Lick Observatory Supernova Search (LOSS), a busca de maior sucesso de supernovas nas proximidades. Ele também é um membro da Equipe de Nuker que utiliza o  telescópio espacial Hubble para examinar buracos negros supermassivos e determinou a relação entre a massa do buraco negro central de uma galáxia e a dispersão de velocidade.
Filippenko ganhou os prêmios: Newton Lacy Pierce Prize em Astronomia (1992) e o Guggenheim Fellowship (2000).

Telescópio espacial da NASA descobre maior anel em torno de Saturno


Ao longo da nossa história, cada vez que olhamos para Saturno com uma nova peça de equipamento ou em uma nova luz, descobrimos um sistema de anéis mais complexo. Em 2009, o Telescópio Espacial Spitzer virou seu olho para o planeta dinâmico e encontrou um sistema de anéis maior e mais amplo ainda.

Retratado aqui é a concepção de um artista do sistema de anéis muito difusa (com uma imagem de Saturno tomadas por Spitzer, perto do centro da imagem). O artista criou esta imagem que imita a aparência de uma imagem infravermelha.

O sistema de anel em si é na periferia de domínio gravitacional de Saturno e está inclinado 27 graus em relação ao sistema de anel principal. É composto de uma matriz esparsa de gelo e partículas de poeira e habita uma região do espaço entre 6.000 mil km e 12 milhões de km de distância de Saturno. O anel também é muito mais espesso (ou, em uma palavra melhor, poderia ser mais ''alto''). Como mencionado antes, o anel é muito difuso, na medida em que, se você fosse para 'ficar' no meio do sistema de anéis, você ao menos tomaria conhecimento deles.

A mais recente adição ao sistema de Saturno é provavelmente criado por Phoebe - uma das luas de Saturno ultraperiféricas. Ao longo da história da lua, que foi atingido por cometas e meteoros que fazem com que o material seja expelido, permitindo a formação do anel.

O anel também ajuda a explicar fenômenos estranhos observados em uma das outras luas de Saturno, Iapetus. Esta lua tem uma aparência peculiar, um lado é brilhante e o outro é escuro. Phoebe e o sistema de anéis tem uma órbita retrógrada. A gravidade Iapetus puxa o material da porção mais interna do sistema de anéis para fora da órbita permitindo a colisão com a superfície da lua.



Telescópio Spitzer, NASA: http://www.nasa.gov/mission_pages/spitzer/news/spitzer-20091006.html

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Tradutor (Translate)


  • Em razão ao grande número de visitas ao blog vindas de outros países, estou colocando a possibilidade de usar o Translate! Disponível em diversas linguagens!
    Obrigada pela atenção e continuem visitando o blog!

  • Due to the large number of visits to the blog from another countries, I'm putting the possibility of using Translate!
    Available in several languages​​!
    Thanks for the attention and keep visiting the blog!

Confins do Sistema Solar: Sedna

Mais de 13 bilhões de km de nossa casa, é o objeto mais distante já visto da órbita do Sol. Um pequeno mundo congelado, chamado Sedna, descoberto em 14 de novembro de 2003.
Sua órbita dura 11.400 anos e o leva a 130 bilhões de km de distância do Sol.



Seu afélio é estimado como 31 vezes a distância de Netuno.
Acredita-se que Sedna é o objeto transnetuniano mais importante já descoberto, pois o entendimento de sua órbita anormal provavelmente fornecerá informações valiosas sobre a origem e evolução do sistema solar.

domingo, 27 de janeiro de 2013

sábado, 26 de janeiro de 2013

Você sabia?


Cometa, Asteroide, Meteoro, Meteorito e Meteoroide

Cometa

http://www.imagenstop.net/wp-content/uploads/2014/10/Cometa-Halley-Imagem.jpg
É uma grande bola de gelo - formada pela junção de vários gases - que vaga pelo espaço. O cometa é uma espécie de "sobra" do processo de formação dos grandes planetas gasosos do sistema solar, como Júpiter e Saturno. Este bloco gelado que você vê aqui é só uma minúscula parte de todo o cometa, é o seu núcleo sólido, que em geral tem uns 6 km de diâmetro.


Asteroide



Enquanto o cometa é uma bola de gases congelados, o asteroide é uma grande pedra espacial. Também é uma "sobra" do sistema solar, mas uma sobra do processo de formação dos planetas rochosos, como Terra e Marte. Com formato irregular, a maioria dos asteroides tem cerca de 1 km de diâmetro - mas alguns podem chegar a centenas de quilômetros!


Meteoro



Meteoro, chamado popularmente de estrela cadente, designa-se o fenômeno luminoso observado quando da passagem de um meteoroide pela atmosfera terrestre. Este fenômeno que pode apresentar várias cores, que são dependentes da velocidade e da composição do meteoroide, um rastro, que pode ser designado por persistente, se tiver duração apreciável no tempo, e pode apresentar também registro de sons.


Meteorito


Um meteorito é a denominação dada quando um meteoroide, formado por fragmentos de asteroides ou cometas ou ainda restos de planetas desintegrados, que podem variar de tamanho desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro, alcançam a superfície da Terra, pode ser um aerólito (rochoso), siderito (metálico) ou siderólito (metálico-rochoso).


Meteoroide


Segundo a International Meteor Organization, possuem dimensões significativamente menores que um asteroide e significativamente maiores que um átomo ou molécula, distinguindo-nos dos asteroides - objetos maiores, ou da poeira interestelar - objetos micrométricos ou menores. Podem ter origem em ejeções de cometas próximos ao Sol, na colisão entre dois asteroides ou mesmo ser um fragmento de sobra da criação do sistema solar. Ao entrar em contato com a atmosfera de um planeta, um meteoroide dá origem à um meteoro.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

NASA faz montagem de Sol em diferentes comprimentos de onda

Foto: Nasa/SDO/Goddard Space Flight Center


Uma montagem divulgada pela agência espacial americana (Nasa) com diferentes imagens e cores do Sol mostra a estrela do nosso sistema sob a ótica de vários comprimentos de onda.
Cada uma dessas técnicas de captação busca destacar aspectos distintos da superfície e da atmosfera solares. Algumas revelam o astro mais amarelo, outras mais alaranjado, e até em tonalidades aparentemente estranhas, como cinza, cor-de-rosa, verde e azul.
Segundo explicam os astrônomos, o Sol emite luz em todas as cores, mas, como o amarelo é o seu comprimento de onda mais brilhante, essa é a cor que vemos a olho nu – lembrando que nunca devemos olhar diretamente para o Sol.
Essas imagens que compõem a montagem acima foram feitas por telescópios terrestres e espaciais capazes de observar a luz muito além das faixas visíveis pelo olho humano. Com essas informações, os cientistas podem "pintar" um quadro completo dessa estrela em constante mutação e saber como as partículas e o calor se movem pela atmosfera.
Além da luz visível, o Sol emite luz ultravioleta e raios X, dependendo da temperatura e do comprimento de onda. Na superfície do astro, a temperatura é de cerca de 5.700 graus Celsius, contra 15 milhões de graus Celsius no núcleo.
Essas diferenças ocorrem porque o Sol contém diferentes átomos – como hélio, hidrogênio e ferro –, com cargas elétricas distintas, chamadas de íons. Cada um desses íons pode emanar luz em comprimentos de onda específicos a determinadas temperaturas.
Fonte: g1.globo.com

Você sabia?



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Você sabia?








Betelgeuse, a supergigante vermelha prestes à explodir




Telescópio registra supergigante próxima da Terra prestes a explodir



  Os múltiplos arcos revelados na imagem que mostra Betelgeuse, a supergigante vermelha mais próxima da Terra, indicam que a estrela está se encaminhando para uma poderosa supernova - explosão que ocorre quando a vida de uma estrela massiva chega ao fim. A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) registrou o processo de destruição com o telescópio espacial Herschel e divulgou a imagem nesta terça-feira.
  Betelgeuse, também chamada de Alfa Órion, é cerca de mil vezes maior que o Sol e tem um brilho aproximadamente 100 mil vezes mais forte. Localizada na constelação de Órion, pode ser vista a olho nu no céu noturno como uma estrela de cor vermelho-alaranjada à esquerda das chamadas Três Marias, que formam o cinturão da constelação de Órion. Betelgeuse marca o ombro direito do caçador.
  A recém-divulgada imagem infravermelha mostra como os ventos da estrela estão colidindo contra o meio estelar em seu entorno, criando um choque em arco enquanto a supergigante se move pelo espaço à velocidade de aproximadamente 30 km/s. Uma série de arcos à frente da direção de deslocamento testemunha uma turbulenta história de perda de massa.
  Supergigantes vermelhas como a Betelgeuse representam uma das últimas fases da vida de uma estrela de grande massa. Durante essa fase, de curta duração, a estrela aumenta de tamanho e expele as suas camadas exteriores para o espaço a uma taxa prodigiosa, emitindo enormes quantidades de material (correspondentes aproximadamente à massa do Sol) em apenas 10 mil anos - ou estimados 5 mil anos, no caso da Betelgeuse.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/telescopio-registra-supergigante-proxima-da-terra-prestes-a-explodir,fd05fdcb4a26c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Por que a atmosfera do Sol é mais quente que sua superfície?




 Sabemos há algum tempo que a atmosfera do Sol é mais quente do que a própria superfície da estrela, mas  
o motivo disso é um mistério para os cientistas. Agora, foi descoberto que o motivo pode ser jatos de 

plasma que saem do Sol em pequenas explosões em uma velocidade de 100 km por segundo.


Bart De Pontieu, do Laboratório Solar e Astrofísico Lockheed Martin Solar, em Palo Alto, na Califórnia, 

usou dados da Nasa e da missão japonesa Hinode para revelar os jatos, conhecidos como espículas e 

visíveis na imagem acima. Algumas dessas espículas podem chegar a temperaturas de 999726 graus Celsius.

  Modelos anteriores do funcionamento do Sol mostraram que tais jatos poderiam existir, mas ninguém

 nunca havia medido sua temperatura.
 Agora os cientistas estão tentando descobrir o que estimula essas espículas. 

Fonte: HypeScience -Alpha Orionis

NOVO ENDEREÇO DO BLOG

Olá! Como podem ver, o endereço do blog mudou! Ao invés de ser http://confins-do-universo.blogspot.com.br, agora é http://confinsdouniverso.blogspot.com.br !
Além da imagem do cabeçalho também ter sido modificada...espero que esteja melhor e mais acessível com esse endereço!!
Obrigada

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Atividade solar (período de 13/01/2013 à 20/01/2013)

Documentário National Geographic (Completo)

Lembrem que postei a parte 1 do documentário da NatGeo ''Viagem Aos Limites do Universo''?
Então, hoje estarei postando o vídeo do documentário COMPLETO!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Colisão entre Via Láctea e Andrômeda

  A Via Láctea está em rota de colisão com a galáxia de Andrômeda. Em vários bilhões de anos, as duas sofrerão um choque. Estas imagens são visualizações da NASA de como isso irá acontecer.
  De cima para baixo, esquerda para direita:

Hoje
2 bilhões de anos
3.75 bilhões de anos
3.85 bilhões de anos
3.9 bilhões de anos
4 bilhões de anos
5.1 bilhões de anos
7 bilhões de anos.



Crédito: NASA

domingo, 13 de janeiro de 2013

Por que o céu é escuro à noite?

Um vídeo muito legal!
Obs. É legendado

A cor das plantas em outros mundos

  As plantas não necessariamente podem ser apenas verdes, mas também azuis, vermelhas e até mesmo negras. O que define o tipo de vida em um planeta é sua estrela.
  Estrelas tipo M (anãs-vermelhas) são fracas, portanto as plantas talvez precisem ser negras para absorver toda a luz disponível. Já estrelas M jovens queimariam a superfície do planeta com explosões ultravioleta, assim todos os organismos devem ser aquáticos. Planetas que orbitam estrelas de classe F recebem muita luz, por isso, as plantas tendem a ser azuis, já que refletem muito mais. Nosso Sol é o tipo G.



  Luz de qualquer cor, do violeta ao infravermelho próximo, poderia fornecer energia para a fotossíntese. Ao redor de estrelas mais quentes e azuis que o nosso Sol as plantas tenderão a absorver a luz azul e poderiam variar desde verde, passando por amarelo até vermelho. Em torno de estrelas mais frias, como anãs-vermelhas, os planetas receberiam menos luz visível, portanto as plantas deveriam absorver tanto a luz quanto possível e seriam negras.

Scientific American