segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Fases da Lua

A Lua possui fases. Isso deve-se à sua posição em relação à Terra e o Sol.
Quatro delas são bem conhecidas: cheia, quarto minguante (ou simplesmente minguante), nova e quarto crescente (ou apenas crescente).
Nesse post irei detalhar cada fase da Lua.


Ficheiro:FullMoon2010.jpg
Lua Cheia



Cheia - A Lua cheia acontece quando sua face visível está totalmente iluminada pelo Sol. Ocorre quando a Lua completa um giro de 180º em relação à Lua nova e assim, seu disco lunar é totalmente iluminado. Nessa fase, a Lua está completamente oposta ao Sol em relação à Terra. É nessa fase também que ocorrem os eclipses lunares (veja mais sobre um eclipse lunar aqui!).







    Ficheiro:Quartier lune.jpg
Lua Minguante (hemisfério Sul)









     Quarto minguante - Essa fase lunar ocorre quando há um ângulo praticamente reto entre Terra-Sol-Lua, de modo a vermos apenas metade do disco lunar iluminado. No hemisfério sul, o lado iluminado é o direito, enquanto no norte, é o esquerdo.







Lua Nova



   Nova - Mais precisamente, é o instante em que a Lua e o Sol têm a mesma longitude eclíptica. A Lua não é normalmente visível neste momento, exceto quando é vista em silhueta durante um eclipse solar. (veja mais sobre eclipse solar aqui!)












Ficheiro:Lune nb.jpg
Lua Crescente (hemisfério Sul)







Quarto crescente - Ocorre quando o ângulo Terra-Lua-Sol é aproximadamente reto, e vemos apenas metade do  disco lunar. No hemisfério sul, o lado iluminado é o esquerdo e no norte, o direito.











E por último, uma imagem bem detalhada sobre as fases lunares.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Cometa Ison

Este ano um cometa chamado Ison dará apenas uma vez o show de uma vida.
Há expectativas de que o cometa será visível a olho nu por vários meses no fim de 2013 e poderá às vezes ser até mais brilhante do que a Lua.
Será visível ao redor do mundo inteiro.
O cometa Ison foi descoberto apenas em setembro de 2012 por astrônomos russos. Seu caminho vai colocá-lo espetacularmente perto do Sol em novembro e se não queimar completamente, poderia ser o "cometa do século".
Ele já tem uma cauda de 64.000 km de extensão de poeira e gás que se tornará visível a olho nu no final do ano - uma trilha de cientistas estudará de perto.
O cometa também foi filmado de longe pela sonda Deep Impact.

Mais informações em: http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-21352427

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Proposta de cientistas é de destruir asteroides com energia solar

É, parece que as pessoas realmente se sentiram ameaçadas com a passagem do asteroide 2012 DA14 e principalmente do meteoro que fragmentou-se na Rússia, causando ferimentos em praticamente mil e duzentos cidadãos, sendo três em estado grave (o impacto forte do meteoro fez com que criassem ondas de vibrações e janelas de edifícios fossem estilhaçadas).
O choque e o medo foram tão grandes que cientistas da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara (EUA) agora propõem destruir asteroides com sistema que utiliza energia solar.
É um projeto que prevê transformar energia do Sol em feixes de raio laser.

Ilustração conceitual mostra o DE-STAR direcionando energia solar na forma de raios laser para destruir um asteroide (na parte debaixo da imagem) e para mover uma sonda (na parte de cima) (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia, Santa Bárbara)
Ilustração mostra o DE-Star convertendo energia solar em raios laser para a destruição de um asteroide (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia, Santa Bárbara)

Nota da universidade: "O mesmo sistema poderia destruir um asteroide dez vezes maior do que o 2012 DA14 agindo durante um ano, com a vaporização começando em uma distância equivalente à da Terra com relação ao Sol, enquanto o asteroide ainda estiver em órbita."

O DE-Star (Tradução: Sistema de Direcionamento de Energia Solar para Asteroides em Exploração) é um projeto que parte de um princípio para evitar eventuais e potenciais ameaças à Terra.
Cientistas dizem que o DE-Star pode servir também para alterar a rota de asteroides, enviando-os para longe da Terra e ainda estudar a composição química dos mesmos, além de outras funções espaciais como direcionar a energia solar para ajudar na propulsão de sondas, naves espaciais e satélites.

A NASA afirmou que não há relação entre o meteorito que atingiu a Rússia e o asteroide 2012 DA14 que se aproximou da Terra nessa sexta-feira (15).

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Asteroide 2012 DA14

A NASA nesse momento transmite ao vivo a passagem do asteroide 2012 DA14, que se aproximará a uma distância de 27,7 mil km da Terra. O objeto tem aproximadamente 50 m de diâmetro e entrará no anel geostacionário da Terra, onde orbitam satélites e a ISS (Estação Espacial Internacional), porém estes não devem ser atingidos.
Esta é a maior aproximação de um objeto deste porte desde que cientistas começaram a monitorar rotineiramente os asteroides, há 15 anos.
Acompanhe!




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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Sons do espaço




Tradução do vídeo:

Embora o espaço seja um vácuo, não significa que não há sons no mesmo.
O som existe como vibrações eletromagnéticas.
Através de instrumentos especialmente concebidos (NASA Voyager, INJUN 1, ISEE 1, e a sonda espacial HAWKEYE), foram usadas antenas de ondas de plasma para gravar as vibrações dentro do intervalo da audição humana (20-20,000 Hz).
Os sons recordados são as complexas interações de partículas eletromagnéticas carregadas do vento solar com a ionosfera e a magnetosfera planetária.
As gravações incluem:

  • Anéis de Saturno
  • Miranda (Satélite de Urano)
  • Netuno
  • Voz da Terra
  • Saturno
  • Júpiter
  • Io (Satélite de Júpiter)
  • Anéis de Urano
  • Som da Terra
  • Urano
O que se segue é uma amostra das gravações originais.



sábado, 9 de fevereiro de 2013

Supertempestade solar pode atingir a Terra a qualquer momento

As informações são da Academia Real de Engenharia do Reino Unido.
É preocupante, pois os cientistas afirmam que só ficarão sabendo 30 minutos antes. Uma tempestade solar dessas dimensões ocorre em um intervalo de mais ou menos 150 anos.
Segundo o autor do estudo, os governos necessitam ter um plano de emergência para enfrentar um apagão longo e de grandes proporções.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Gênios da Ciência: Galileu Galilei




Galileu Galilei foi um astrônomo, físico, matemático e filósofo italiano. Conhecido como o pai da ciência moderna, Galileu nasceu em Pisa, na Itália, do ano de 1564. Desde cedo, Galileu se destacava em suas aptidões.
Desenvolveu os primeiros estudos sistemáticos do movimento uniformemente acelerado e do movimento do pêndulo. Descobriu a Lei dos Corpos e enunciou o princípio da Inércia e o conceito de referencial inercial, ideias precursoras da mecânica newtoniana.
Mas atenção: Galileu NÃO inventou o telescópio refrator, apenas o melhorou significativamente e com ele descobriu as manchas solares, as montanhas da Lua, as fases de Vênus, quatro dos satélites de Júpiter (os maiores: Io, Ganímedes, Calisto e Europa, chamados também de satélites galileanos), os anéis de Saturno, as estrelas da Via Láctea. Estas descobertas contribuíram decisivamente na defesa do heliocentrismo. Contudo a principal contribuição de Galileu foi para o método científico, pois a ciência assentava numa metodologia aristotélica.
Desenvolveu ainda vários outros instrumentos como: a balança hidrostática, o termômetro de Galileu e o precursor do relógio do pêndulo.
O físico, por defender as ideias copérnicas (heliocentrismo), possuía muitos problemas com a Inquisição. Escreveu o livro chamado ''Dialogo di Galileo Galilei sopra i due Massimi Sistemi del Mondo Tolemaico e Copernicano'', por vezes abreviado para ''Dialogo sopra i due massimi sistemi del mondo'' ("Diálogo sobre os dois principais sistemas do mundo") completado em 1630 e publicado em 1632, onde defendia o heliocentrismo. É um diálogo entre três personagens: Salviati (que defende o heliocentrismo), Simplício (que defende o geocentrismo e é um pouco tonto) e Sagredo (um personagem neutro, mas que termina por concordar com Salviati). Esta obra foi decisiva no processo da Inquisição contra Galileu.
Galileu foi condenado à prisão domiciliar perpétua por heresia. Não foi queimado vivo pois a Inquisição deu-lhe a oportunidade de retirar e negar tudo o que havia dito.
Ao longo de sua vida, Galileu foi perdendo a visão dos dois olhos. Isso porque na época não se sabia que olhar diretamente ao Sol poderia prejudicar a visão, e como Galileu estudava as manchas solares pelo seu telescópio, infelizmente acabou ficando cego.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A Terra NÃO é redonda!

Nos tempos antigos (bem antigos) pensava-se que a Terra era quadrada. Outros supunham que era plana e havia um limite, onde os barcos ''sumiam'' no horizonte do oceano. Mas com o tempo, com muito estudo e dedicação, pesquisas realizadas, descobriu-se que a Terra é uma esfera. Até aí, tudo tranquilo. Mas e se eu disser que a Terra NÃO é uma esfera? Pois exatamente.
A Terra, ao contrário do que muitos pensaram por séculos, não é uma esfera perfeita, e sim um ESFERÓIDE OBLATO. Não sabe o que é isso? Explicarei.
Devido sua rotação, a Terra tem um formato ligeiramente esmagado nos pólos e alongado no equador. Mais ou menos assim:
 

Outro assunto interessante de se discutir: dados recentes obtidos pela ESA (Agência Espacial Europeia) revelaram pontos de gravidade na Terra. Foram doze meses de estudo intenso e o resultado é assustador.
O geoide no vídeo abaixo é a demonstração da atuação da gravidade no planeta, alterando seu formato aparente ao influenciar o nível do mar, etc. Isso demonstra como seria o formato do planeta se ele fosse todo constituído de fluídos, de modo que a gravidade fosse a única determinante para seu formato espacial. Quanto maior a gravidade do local, mais alta a representação e mais avermelhada a coloração da região.





segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Gênios da Ciência: Neil deGrasse Tyson




Neil deGrasse Tyson. Se você conhece os ''memes'' da internet, também deve conhecê-lo. Mas muito mais que um ''meme'' (veja aqui), Neil é um dos maiores gênios da ciência. Astrônomo e desde 1996 diretor do Planetário Hayden no Museu Americano de História Natural.
As pesquisas de Tyson focam em observações nas formações e evoluções estelares, cosmologia e astronomia galáctica.
Em 2001, o presidente dos EUA, George W. Bush nomeou Tyson para servir na Comissão sobre o Futuro da Indústria Aeroespacial dos Estados Unidos e, em 2004, para servir na President's Commission on Implementation of United States Space Exploration Policy, este último mais conhecido como a comissão ''Moon, Mars and Beyond''.
Publicou muitos livros famosos sobre Astronomia e participou de diversas séries televisivas sobre o Universo.
Foi condecorado com a Distinguished Public Service Medal, a maior honra civil conferida pela NASA.
Uma curiosidade sobre Neil: ele aparece em um dos episódios da série The Big Bang Theory, onde é acusado pelo personagem Sheldon Cooper de rebaixar Plutão. E de fato, ele colaborou para o rebaixamento deste à planeta anão.
Tyson já foi vice-presidente, presidente e presidente do conselho da Planetary Society.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Gênios da Ciência: Alexei Filippenko

Este é Alexei Filippenko, astrofísico americano e professor de astronomia na Universidade da Califórnia. Escreveu o livro ''The Cosmos'' e aparece frequentemente na série ''O Universo'', do History Channel.
Conhecido por estudar tipos de supernova, Filippenko desenvolveu o Telescópio Automático Katzman, um telescópio robótico que conduz o Lick Observatory Supernova Search (LOSS), a busca de maior sucesso de supernovas nas proximidades. Ele também é um membro da Equipe de Nuker que utiliza o  telescópio espacial Hubble para examinar buracos negros supermassivos e determinou a relação entre a massa do buraco negro central de uma galáxia e a dispersão de velocidade.
Filippenko ganhou os prêmios: Newton Lacy Pierce Prize em Astronomia (1992) e o Guggenheim Fellowship (2000).

Telescópio espacial da NASA descobre maior anel em torno de Saturno


Ao longo da nossa história, cada vez que olhamos para Saturno com uma nova peça de equipamento ou em uma nova luz, descobrimos um sistema de anéis mais complexo. Em 2009, o Telescópio Espacial Spitzer virou seu olho para o planeta dinâmico e encontrou um sistema de anéis maior e mais amplo ainda.

Retratado aqui é a concepção de um artista do sistema de anéis muito difusa (com uma imagem de Saturno tomadas por Spitzer, perto do centro da imagem). O artista criou esta imagem que imita a aparência de uma imagem infravermelha.

O sistema de anel em si é na periferia de domínio gravitacional de Saturno e está inclinado 27 graus em relação ao sistema de anel principal. É composto de uma matriz esparsa de gelo e partículas de poeira e habita uma região do espaço entre 6.000 mil km e 12 milhões de km de distância de Saturno. O anel também é muito mais espesso (ou, em uma palavra melhor, poderia ser mais ''alto''). Como mencionado antes, o anel é muito difuso, na medida em que, se você fosse para 'ficar' no meio do sistema de anéis, você ao menos tomaria conhecimento deles.

A mais recente adição ao sistema de Saturno é provavelmente criado por Phoebe - uma das luas de Saturno ultraperiféricas. Ao longo da história da lua, que foi atingido por cometas e meteoros que fazem com que o material seja expelido, permitindo a formação do anel.

O anel também ajuda a explicar fenômenos estranhos observados em uma das outras luas de Saturno, Iapetus. Esta lua tem uma aparência peculiar, um lado é brilhante e o outro é escuro. Phoebe e o sistema de anéis tem uma órbita retrógrada. A gravidade Iapetus puxa o material da porção mais interna do sistema de anéis para fora da órbita permitindo a colisão com a superfície da lua.



Telescópio Spitzer, NASA: http://www.nasa.gov/mission_pages/spitzer/news/spitzer-20091006.html